Planeta X

Nibiru – O retorno do Planeta X


Por volta de 3500 a.C., os Sumérios já tinham a representação do nosso sistema solar, de uma forma que começou a ser utilizada por nós cerca de 5 mil anos depois. Como poderia uma civilização antiga, sem os aparelhos tecnológicos atuais saber algo tão complexo? Eles sabiam da existência de Urano, Netuno e Plutão que só foram descobertos pelos astrônomos modernos em 1781, 1846 e 1930.

No sistema organizado pelos Sumérios estavam: Sol, Lua, Mercúrio, Vênus, Terra, Marte, Júpiter, Saturno, Urano, Netuno, Plutão (que não é mais considerado um planeta desde 2006, por ser menor do que a Lua). Tudo até aí seria perfeito de acordo com os cientistas modernos, se os Sumérios não tivessem acrescentado mais um, chamado de Nibiru.

Hoje o planeta chamado por eles de Nibiru é conhecido por Planeta X, que seria um corpo celeste que passaria pelo nosso Sistema Solar a cada 3,6 mil anos, sendo do tamanho aproximado de Júpiter. Segundo os sumérios, Nibiru é habitado, os deuses moram lá e sempre vinham para a Terra quando o planeta se aproximava, e sempre que essa aproximação acontece ocorrem catástrofes naturais acontecem por todo o planeta. Eles seriam os criadores do homem, do homo sapiens.

Quando falamos de Nibiru, o nome de um pesquisador que não pode deixar de ser citado é Zecharia Sitchin, que dedicou sua vida em busca de muitas respostas, dentre as quais várias foram encontradas graças aos seus estudos. Zechari Sitchin foi quem estudou e traduziu os cuneiformes sumérios, foram mais de dois mil cilindros e fragmentos de cerâmica decifrados por eles com inscrições da Mesopotâmia, alguns dizem que Nibiru é o lar dos gigantes chamados de Annunaki (aqueles que do céu para a Terra vieram), assim como na Bíblia existem os Nefilins.

A escrita cuneiforme foi desenvolvida pelos sumérios, e junta com os hieróglifos egípcios é o tipo de escrita conhecida mais antiga.

Durante os anos 70 e 80, a NASA sempre mencionava a existência do chamado “Planeta X”, o nome Planeta X se deu pelo fato do planeta ser uma anã marrom, por esse motivo não é possível ser visto nos telescópios, são visíveis apenas no infravermelho.

E por que não falam na mídia sobre o tal Planeta X, se no passado foi falado e também por civilizações antigas?

Edgar Mitchell, o sexto homem a caminhar na lua na missão Apolo 14, afirma que tanto o governo quanto a NASA além de esconderem informações sobre a vida em outras partes do Cosmos, sabem da existência do Planeta X mas continuam omitindo da massa essa informação. Clique aqui para assistir a entrevista do ex-astronauta falando dos avistamentos que teve de OVNIS quando chegou na lua e que o governo vem escondendo tais informações.

A matéria abaixo foi publicada em 30 de dezembro de 1983 no Washington Post, afirmando que foi encontrado um corpo celeste do tamanho de Júpiter em direção da Constelação de Órion por um telescópio do IRAS, Satélite Astronômico Infravermelho.


Se estudarmos um pouco mais a fundo as civilizações antigas, iremos descobrir que todas elas estão coligadas com o céu, sempre fazendo reverências, utilizando palavras, analogias, diretamente ligadas com seres ou astros celestes. Seres alados, representações de carruagens que voam como espaçonaves, etc. A representação suméria de Nibiru, Planeta X ou Planeta Vermelho como o chamavam, é um disco solar alado, curiosamente um símbolo bastante similar também é usado pelos egípcios. Alguns estudiosos, ao contrário do que pensam, dizem que o sol alado do Egito Antigo, simbolizaria um outro planeta ou estrela que não é o Sol.

Esse é um assunto bem extenso que será necessário outros tópicos pegando algumas de suas vertentes. Além das várias culturas espalhadas pelo planeta montando esse imenso quebra-cabeças, a NASA nos faz o favor de omitir informações, ou pior, negá-las.

De qualquer forma, sabemos que há infinitos mistérios nesse infinito Cosmos, e acreditar ou não, saber ou não, não mudará nada exteriormente, porém poderá mudar a sua maneira de ver o mundo. 

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